segunda-feira, 28 de junho de 2010

Noites. Noites que se escondem. Vozes encontradas flutuando em minha mente distante, som que ressoa feito tortura. Os meus olhos se fecham tentando fingir que nada soa tão real. Sentimentos puros, lágrimas sangrentas de emoções, pensamentos distantes querendo te abraçar. Sua face desenhada em minha pupila. Meu corpo queima, sinto uma dor que faz implorar a própria morte. Meus olhos se abrem, eu grito e me retorço, não consigo ficar distante de teu olhar. Preciso te ver, te encontrar, sentir seu cheiro. Você é como uma droga, a qual não consegue e não quero parar de viciar. Fale alguma coisa, qualquer que seja, me da um sinal que posso continuar meu caminho até o fundo de sua mente, que posso encontrar seu coração e o salvar tendo juntado ao meu, diga que sente este carinho, diga qualquer coisa. Morrendo, começo flutuar, meus olhos se fecham e é a ti que o vejo, tortura, dor... Faça parar, me coloque em seus braços e torne imortal! Este sonho, desejos de ter é como suicídio, eu não posso parar, aprofundo em sua mente até você perceber, comigo, ou mortos um ao outro.

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